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Blog do Tom Zé


SOBRE TRABALHO E MENTIRA

SOBRE TRABALHO E MENTIRA
E lá vai janeiro. Pessoal, não colo figurinha da capa do livro que vou comentar, não sei fazer isso direito. Desculpem.
Estou lendo “Minhas Universidades”, de Máximo Górki, da CosacNaify, autobiografia do autor, último volume. Como estamos lendo em voz alta, é mais inescapável ainda, pelo acréscimo da voz à barbárie, é impossível escapar ao sofrimento bruto que a Rússia vivia na ocasião. Que explodiria em pouco tempo, fica evidente. O desespero e a pobreza acompanhavam o cotidiano daquela gente, na travessia do século 19 para o 20. 
Górki – nome que significa “amargo”, nome que ele escolheu para si, não é casual. 
Dá ganas de extirpar a vodca que pontua as páginas, que envenena as criaturas e que faz e fez ao destino delas e ao país um mal extraordinário.
Mas também extraordinário é lembrar o trecho (págs. 39 a 43) em que Górki conta da alegria, da festa provocada por um trabalho coletivo de esvaziamento de uma barcaça, com grandes fardos e pesos atirados de braço a braço, de homem a homem. É uma epifania, um poema à alegria do esforço compartilhado.
Vem à mente uma informação recente do dr. Drauzio Varella, insuspeito porque defensor da atividade física, quando diz que se alguém jura que lhe dá satisfação encarar um exercício físico, está mentindo. 
Ora, Górki não afirma que todos os trabalhos que faz são uma felicidade, pelo contrário. Até tentou o suicídio, ainda jovem, pela humilhação e falta de rumo de seu fazer. De seu imenso talento, todos nós sabemos e ver-se perdido dentro dele deve ter sido uma dor insuportável. Só morrendo. 
É o caso de dizer que há esforço e esforço. Aquele que envolve fisicamente apenas uma necessidade imediata de pão, de sexo e o outro, o que ilumina a alma. Como o esforço de esvaziar uma barcaça em companhia dos irmãos humanos, ou de escrever um poema, um romance – Orhan Pamuk, o prêmio Nobel de literatura, fala disso em “A Maleta de Meu Pai”. 
O bicho-homem é mais do que um poliedro ou infinitude. Tão feio e tão bonito.



Escrito por Tom Zé às 12h42
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SOROCABA, 27 DE OUTUBRO

Pessoal, amanhã, domingo, show com a banda no SESC Sorocaba, às 19h45, num projeto que olha para o repertório dos anos 70. Vamos? 

Saio da turnê de Tropicália lixo lógico, que ainda está na estrada, e faço esse passeio por uma proximidade de repertório que é frequente alguém pedir.

Abraços!



Escrito por Tom Zé às 08h35
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EMICIDA! OS MANOS!

 Emicida, pessoal! Emicida no Sesc Pinheiros: vocês viram? Uma coisa inacreditável. Uma música, uma plateia, um que falava por ela e como ela, uma felicidade de crianças em noite de Natal.

            Eram jovens, manos e minas, que, pela boca de um poeta de força, tomavam posse de um palco hollywoodiano. Quem cantava era um. Um como eles, falando a língua deles, na música nova que eles inventaram para fazer o Brasil ficar maior.

            Atrás de mim um mano disse pro outro: “Olha como nós estamos vips!”

Realmente, a decoração que foi feita pelo irmão dele, Evandro Finotti, era uma barra: simples letras de músicas rascunhadas à mão, no fundo do palco, em preto e branco.  A iluminação, incrível. E  o espaço fertilizado por uma alegria dinâmica, indo da plateia para o palco. Palco onde estava aquele comandante gentil e grande.

            E nós todos, ali no teatro, pensando num País que pode ter uma periferia que, só com um pouco de grana e muita alma, ensina uma nova música, uma nova arte, um novo estilo e acontece que ficamos todos vips e ricos de espírito.

 

            Salve  Emicida!



Escrito por Tom Zé às 17h01
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6/9 EM RECIFE, MENINOS

No dia 6, 6a. feira, em RECIFE (viva Pernambuco!,terra tão significativa na minha vida!), às 19h30, no Caixa Cultural, pocket show misturando repertório do "Tropicália Lixo Lógico" e das canções do LIVRO QUE SERÁ LANÇADO NESSE DIA, "BOOKSONG TOM ZÉ". Autografarei o livro em seguida ao show, às 20h30. O local é pequeno, 96 lugares. Vamos lá, meninada? (Um presente e tanto seria saber que a pedra deste reino, o amado Ariano Suassuna está saudável e nos fará companhia no planeta muitos anos mais, com sua originalidade e amor profundo pela terra Brasilis.)Ver mais



Escrito por Tom Zé às 15h24
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NOITE COM O VISCONDE

Numa noite memorável, tive a companhia do Visconde de Mauá, encarnado pelo grande ator Renato Borghi, com Paulo Markun entrevistando-o. Explico:
Fui ontem à Biblioteca Mário de Andrade, ali no centro, para assistir à gravação do programa “Retrovisor”, que será transmitido em 2014 pelo Canal Brasil. Um personagem histórico é entrevistado a cada programa pelo jornalista-craque Paulo Markun. (Venha cá, como é que São Paulo e sua tv perderam um jornalista desses?)
Cheguei mais cedo, como de hábito. A espera já foi uma dádiva, uma festa convivial. Roberto Bianchi, que chegou logo depois, é um historiador por paixão; sentou-se junto de mim no átrio e falou em meia hora, infelizmente muito curta, sobre a trajetória do Visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Souza. Gaúcho, órfão, rejeitado pelo padrasto, pobre, ínfimo na escala social. Ele se fez à custa do próprio talento, reconhecido por empregadores e tutores desde cedo, no Rio e depois no exterior, para onde seu talento o levou. Leiam “Mauá, Empresário do Império”, de Jorge Caldeira, que esgota os detalhes. Roberto Bianchi, que me deu uma aula em linha reta, sabe muito de Mauá! A vida do nosso inesperado professor, Roberto, deve ser deliciosa; buscar o conhecimento é importantíssimo para um cotidiano de plenitude e alegria. Dica muito útil para os cultores de celebridades-ponto-zero.
Renato Borghi, uma fera do palco, representou com convincente maestria o grande multiempresário do Império brasileiro. Mauá, vida bíblica de gosto pelo novo e pelo fazer, cheia de acontecimentos inacreditáveis, homem que as mudanças técnicas e sociais animavam. Um capitalista do século 19 altamente produtivo , que acrescentou demais à nossa terra (outra dica.)
Ver Renato Borghi fazer tão bem o papel e a competência de Markun como entrevistador... é, baixando um Mauá nas pessoas, não há quem não possa e não faça.
A falha trágica do herói civilizador Mauá, que se viu traído por parceiros de grandes negócios, é uma inspiração pra pensarmos. Mas isso é assunto para outras feicebucagens.
A Biblioteca é uma ilha de civilidade, o acontecimento é gostoso, organizado... E ainda havia um pianista, feliz por estar tocando Ernesto Nazareth. Ah, São Paulo, São Paulo! É, a noite de 28 de agosto foi um presente.
O próximo programa focalizará Plínio Salgado, daqui a 15 dias. Lembrarei vocês, pessoal.



Escrito por Tom Zé às 16h00
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PRESIDENTE NA MOTO

Vocês viram hoje a Folha de São Paulo elegendo a presidente noo primeiro turno? Mostra Dilma Roussef, cartum, pilotando uma moto nas ruas de Brasília e informando que ela não tem carta de habilitação. Para a juventude, com seu tônus de rebeldia, presidente na moto = estou com você! Sem habilitação = primeiro turno. 

Aí vai a música "O Motobói e Maria Clara". Maria Clara é o codinome de Dilma Roussef. 



Escrito por Tom Zé às 09h25
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BRASIL COMO VOCAÇÃO

Saber nossa história, não só a que cá e lá os currículos nos passam e que comentam nosso passado, mas nossa história presente, nos faz protagonistas dela, conscientemente, pois sem nosso protagonismo ela é imposição, não é história.

A revista “Caros Amigos” de agosto, número 197, com o mapa do Brasil na capa,

tem uma entrevista da filósofa e historiadora Marilena Chauí.  Certamente muitos de vocês já a conhecem, sabem de sua vocação de professora e de brasileira, pois este País pede vocação forte.

Marilena fala sobre o momento presente, sobre as manifestações de rua. Fala como estudiosa dos acontecimentos, pensando-os. Sua entrevista é mil e uma noites, riqueza à disposição do leitor, entregue com a conhecida generosidade da filósofa.

Pois Marilena pensa o Brasil conosco, não se separa de nós para pensar. Numa atualidade tecida ou desmanchada por interesses e carente de princípios, ela se fundamenta em princípios e instaura para nós, pessoas brasileiras, um protagonismo necessário. A propósito, na mesma revista há um artigo de Gershon Knispel que também contribui para isso.

 (Recentemente o também filósofo Adauto Novaes, mineiro que nem precisava ser mas é adorável, disse que nunca se falou tanto e se pensou tão pouco. A entrevista de Marilena  não fala, ela diz, ela significa.

Há um ciclo de Adauto sobre o Silêncio, sendo ministrado no Sesc Vila Mariana. Torço para conseguir ir, todos merecemos o ciclo e a entrevista de Marilena Chauí)

 

 



Escrito por Tom Zé às 11h21
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agenda: Record News e Sesc Araraquara

AGENDA, PESSOAL:
Hoje, dia 7, 4a. feira, às 20h30, no programa de Heródoto Barbeiro, Canal Record News, entrevista e número musical - acompanhado por Daniel Maia.
DOMINGO, DIA 11, ÁS 16H, SESC ARARAQUARA, show
"Tropicália Lixo Lógico", com a banda.
E vocês como companhia.
Abraços.



Escrito por Tom Zé às 10h07
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ENSAIO SÁBADO 10.8 TV CULTURA 23H15

Pessoal, programa "Ensaio", dirigido pelo grande Fernando Faro, às 23h15 de sábado, dia 10, na TV Cultura São Paulo. Digam lá.



Escrito por Tom Zé às 11h19
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BRASÍLIA, O SOL DE NOITE

            Brasília é luminosa. O show foi à noite, mas o sol brasiliense se fincou no chão. Sempre se finca, para quem faz o show. É muita luz elétrica,  mais os rostos e olhos vistos de cima do palco.

            Tinha muita gente. Falaram em milhares. Nada de descampado, era espaço preenchido. Gargantas afiadas, que cantavam junto as músicas de “Tropicália Lixo Lógico”. Veja, não são cançõezinhas de ninar, sempre tento fazer canções de embalar, mas elas se enredam, constroem teias mais complexas; quem canta precisa gostar.

            Encontrei conhecidos de há tempo, como Luiz Aparecido, amigos de shows anteriores e conhecidos que eu não sabia que conhecia, como Guilherme Reis, que vem a ser meu parente. É pai do filho de minha prima Márcia. Ela é filha de Fernando Santana, meu tio, deputado comunista de verbo de ouro. Guilherme me disse: “Eu sou quase um Santana” – por causa desse casamento. Quando perguntei pra Neusa por que ela não tinha me avisado que eu encontraria Guilherme, ela disse que queria que o encontro fosse surpresa de cair pra trás. Mas eu preferia ter sabido, para tratá-lo com mais carinho ainda, primal, de primo.

              Quero voltar a Brasília. Fizeram já consultas  pra isso, de ontem pra hoje. Tomara que dê certo.

              No camarim, bebi um suco feito por uma moça. Moça, esqueci seu nome, me perdoe. Quando ela contou que aquele gosto adstringente era de cajá, não ficou uma só gota, a banda avançou, eu avancei. Jarra vazia.

              Terminado o show, me levaram pruma cerca perto do público, eu ia dum lado pra outro da cerca, tirara retratos, voltava, tirava retratos, era abraçado, abraçava. Os seguranças, pacientes, mas alguns olhando assim, porque os rapazes também me beijavam. Eu, beijando todo mundo. É um tal de fazer as contas, somar e dividir.

 

              A banda foi jantar no “Beirute”. Cada um que passava era instado: “Cadê o Tom Zé?”, tanto assim que da próxima vez que eu for a Brasília vou jantar no “Beirute” com os meninos. 



Escrito por Tom Zé às 16h23
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MUDOU A DATA DE "ENSAIO", TV CULTURA

Mudou a data, pessoal: a exibição do programa "Ensaio", TV Cultura de São Paulo, será no dia 10 de agosto, sábado, às 23h15.
Obrigado, abraço.

Tom Zé



Escrito por Tom Zé às 11h57
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"ENSAIO" TV CULTURA - FERNANDO FARO, TOM ZÉ & BANDA

PROGRAMA ENSAIO, DE FERNANDO FARO (digo eu, Tom Zé: do grande Fernando Faro)
vai ao ar na TV Cultura - São Paulo no próximo sábado, dia 27/07, as 00h15 com reprise na madrugada de terça para quarta-feira, 01h45 da manhã. 
Se quiserem/puderem comentar, fico aqui ouvindo.


Escrito por Tom Zé às 15h24
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VAMOS A PORTUGAL?

Meninada de Portugal, vou indo com a banda para me apresentar em VISEU e GUIMARÃES, duas lindas cidades de Portugal, da qual temos saudade. Em Viseu, na 4a. feira, dia 10, às 21h30, Teatro Viriato; em Guimarães, no Vila Flor, 6a. feira, às 22h.

Convido todo mundo, vamos lá!

Abraços, até logo. 



Escrito por Tom Zé às 14h52
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INSPIRAÇÃO

INSPIRAÇÃO
Tom Zé sobre protestos: 'A descaração pública nacional está assombrada'
Em nova canção, músico e compositor alerta para as 'infiltrações de direita' nas mobilizações nas ruas e vê momento de celebração do país
por Redação RBA publicado 01/07/2013 12:48, última modificação 01/07/2013 13:31
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FORA DO EIXO / CC

Tom Zé afirma que momento de mobilizações trouxe nova força política para o Brasil
São Paulo – O cantor e compositor Tom Zé lançou, na semana passada, música inspirada nas manifestações que pipocaram nas ruas das cidades por todo o país, Povo Novo, feita em parceria com o também compositor Marcelo Segreto. Para Tom Zé, o momento é de celebração, já que as reivindicações dos movimentos levaram a uma nova postura política, inclusive de governantes. “Estamos em um estado de celebração na medida em que toda a descaração pública nacional está assombrada, e tentando se redimir das suas eternas malandragens. Senado, Câmara, a oposição, o governo, está todo mundo empenhado em também seguir a voz da consciência”, disse em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Para ele, o movimento das ruas configura uma nova força política. “A gente está com o coração batendo e conserva uma alegria muito grande com essa força nova que o Estado de direito ganhou, a população ganhou, inesperadamente, da noite para o dia, quando começamos a ir pras ruas.”

Na música, Tom Zé também alerta sobre o caráter conservador que muitas das manifestações adquiriram, principalmente após a revogação do aumento da passagem de ônibus, trem e metrô em São Paulo, no último dia 19, com versos como “Olha, menino, que a direita já se azeita querendo entrar na receita”.

No dia 20, a manifestação marcada com intuito de comemorar o anúncio feito pelo prefeito Fernando Haddad (PT) e pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi marcada por intolerância a militantes de partidos políticos e movimentos sociais. Neste sentido, Tom Zé afirma que as reflexões da socióloga Marília Moscou foram fundamentais para a composição.

“A Marília tinha escrito em 19 de junho as preocupações sobre as infiltrações de direita nessas passeatas. Quando você está fazendo um trabalho e tem liberdade completa fica muito difícil, o documento que ela postou me ajudou a saber o que era conveniente e inconveniente, isso ajudou a fazer, fomos nos guiando, pelos cuidados que ela pedia para que se tomasse.”

A faixa está disponível para download gratuito no site oficial do músico.



Escrito por Tom Zé às 16h54
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DOAÇÃO DO CACHÊ PARA A ESCOLA DE MÚSICA DE IRARÁ

SOBRE A DOAÇÃO DO CACHÊ PARA

            A ESCOLA DE MÚSICA DE IRARÁ.

 

1.     Quem sou eu?

2.     Entro na humanidade por uma subespécie chamada caboclo. Sou um.

Esta minha sub-raça veio ao mundo através de 4 séculos de luta e sofrimento,

esquecida e abandonada num território inóspito,

submetida a um regime alimentar que, baseado na mandioca, era de uma falta de

proteína tão calamitosa que poderia ter gerado uma população de idiotas-maníacos-anacrônicos. (Como pensou o Sul na ocasião do Conselheiro.)

            Resistimos e superamos tudo,

            resistimos e procriamos no Nordeste da Bahia.

                          E, um curioso detalhe:

            justamente o mais miserável é o que mais sonha.

 

                                   FOME DE CONHECIMENTO:

 

            Vicissitudes e necessidades criam contemplações do universo que desenvolvem

no coração paixões inomináveis. Uma dessas paixões é a

                                                                          fome de

                        conhecimento.

 

            Esta fome não é impalpável, não: para ter vida ela cria no organismo humano um grupo-de-células que precisam ser alimentadas. Quem sofre desta fome e não alimenta

aquelas células morre de uma morte

                        mais dolorosa que a própria morte:

                        morre pela fome de conhecimento.

 

                                   A DOAÇÃO

para a Escola de Música 25 de Dezembro, em Irará, tem esse significado.

A escola salva da REFERIDA MORTE a turma das vizinhanças.

            Estou ligado a eles por sangue, raça e patrocínio: meu pai tinha uma loja e os avôs deles, comprando nessa loja, patrocinaram meus estudos em Salvador e me salvaram da REFERIDA MORTE.

            Os ricos não pagam o que devem nem cumprem compromissos morais.

Os pobres gostam de.

            Faço parte dessa primata raça pré-gutemberguiana.

            Na loja de meu pai era assim também: os ricos nem sempre pagavam, mas os pobres gostavam. Eu gosto. Fui criado nessa

 

                                   ÉTICA. 



Escrito por Tom Zé às 11h12
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